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O Trade Marketing está mudando mais rápido do que nunca

Uma das maiores lições que aprendi liderando operações pela América Latina é simples e implacável: o Trade não espera.

Ele muda rápido, desafia modelos estabelecidos e recompensa quem consegue enxergar os movimentos antes da curva. E quem vive essa transformação da primeira fileira sabe: os sinais já estão por aí, e ignorá-los custa caro.

Depois de acompanhar de perto o varejo, o shopper e a execução em tantos mercados, categorias e países, alguns padrões começam a se repetir e apontam para tendências que devem moldar o Trade Marketing em 2026 de maneira decisiva.

Aqui compartilho as quatro mais relevantes:

IA como motor de eficiência real

Estamos entrando em uma fase em que a Inteligência Artificial deixa de ser promessa para se tornar infraestrutura operacional.

Ferramentas como:

  • roteirização inteligente,
  • image recognition,
  • auditorias automáticas,
  • analítica preditiva,
  • e fluxos de execução integrados

vão reduzir fricção, otimizar recursos e elevar a precisão no ponto de venda a níveis inéditos.

A IA libera o time para se concentrar onde realmente importa: decisão, relacionamento e estratégia.

Menos esforço. Mais impacto.

Hiperpersonalização na jornada do shopper

O encontro entre Big Data, comportamento e IA cria uma nova fronteira: a personalização contextualizada.

O mix, as ativações, as ofertas e até os incentivos serão ajustados conforme:

  • o canal,
  • o momento,
  • o histórico,
  • o device,
  • e até o CPF.

A loja física ou digital passa a responder ao shopper em tempo real, aumentando significativamente conversão e relevância.

Não é convencer. É compreender.

Execução mais qualificada e produtiva

O futuro não exige “mais gente”, mas modelos mais inteligentes.

O que veremos em 2026:

  • equipes apoiadas por dados e tecnologia,
  • vendedores e promotores cada vez mais estratégicos,
  • visitas mais produtivas,
  • incentivos baseados em KPIs reais,
  • e decisões rápidas, alinhadas e acionáveis.

A força de campo deixa de ser apenas operacional para se tornar um diferencial competitivo claro.

Produtividade como vantagem estratégica.

O PDV como experiência não apenas como ponto de venda

Com o omnichannel consolidado, a loja física muda de função: deixa de ser apenas um lugar de compra e se torna um espaço de experiência, educação e conexão emocional.

O PDV passa a ser o momento da verdade: onde a marca ganha relevância, o shopper decide e a experiência se transforma no grande diferencial.

Quem dominar a experiência dominará o crescimento.

Como a Marco está se preparando para esse futuro

Na Marco, já estamos construindo soluções que respondem diretamente a essas transformações:

Tecnologia aplicada à execução: IA, image recognition, plataformas de BI e roteirização inteligente integradas às operações regionais.

Field teams mais estratégicos: XPERs capacitados com dados, dashboards preditivos e modelos de produtividade orientados a performance real.

Experiências de shopper que geram conversão: PDVs pensados como jornadas, não como prateleiras, integrando trade, branding e ativação.

Hiperpersonalização e analítica avançada: Integração de dados proprietários e insights comportamentais para decisões mais rápidas e precisas.

O que vem pela frente não é uma ameaça, é uma oportunidade para quem estiver preparado.

Foto de Rafael Sundfeld

Rafael Sundfeld

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